
Título: Trevas Maravilhosas
Autor: Kami Garcia
Sinopse: Ethan Wate costumava pensar em Gatlin, a vila sulista a que sempre chamara casa, como um sítio onde nunca nada mudava. Foi então que conheceu Lena Duchannes, uma misteriosa recém-chegada que lhe revelou um mundo secreto, que sempre estivera oculto à vista de todos. Uma Gatlin que albergava segredos ancestrais por detrás dos seus carvalhos cobertos de musgo e dos passeios gretados. Uma Gatlin onde, há gerações, uma maldição tinha marcado a família de Lena, repleta de poderosos poderes sobrenaturais. Uma Gatlin onde acontecem situações impossíveis, mágicas e capazes de mudar o rumo de uma vida. E, por vezes, capazes de lhe pôr termo. Juntos conseguem fazer face a tudo o que Gatlin lhes apresenta mas, depois de sofrer uma perda trágica, Lena começa a retrair-se, guardando segredos que põem a relação dos dois à prova. E, agora que os olhos de Ethan foram abertos para o lado mais obscuro de Gatlin, não há volta a dar. Assombrado por estranhas visões que só ele tem, Ethan é ainda mais atraído para a história rocambolesca da sua vila e vê-se preso na perigosa rede de passagens subterrâneas que atravessam o Sul de um modo interminável, e onde nada é o que parece.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Trevas Maravilhosas”, de Kami Garcia, publicado pela editora Gailivro, em 2011 e com 488 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Gailivro
Páginas: 488
Ano: 2011
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9895577850
ISBN13: 9789895577859
Sobre a editora
Os livros da editora Gailivro conduzem o leitor a universos variados, onde o fantástico e o real se entrelaçam com intensidade. Em suas narrativas, é comum encontrar mundos imaginários repletos de magia e batalhas épicas, mas também histórias que exploram memórias pessoais e tradições culturais, como peregrinações e festas populares. O tom oscila entre o aventureiro e o reflexivo, com personagens frequentemente jovens enfrentando dilemas de autoconhecimento e desafios externos. O ritmo pode ser ágil em tramas de fantasia e suspense, ou mais contemplativo em relatos que evocam o passado. Essa diversidade convida tanto quem busca escapismo quanto quem aprecia relatos com carga emocional e simbólica.
