
Título: Trilhas Longinquas de Oku - Edicao Bilingue
Autor: Basho Matsuo
Sinopse: Trilhas longínquas de Oku é o mais famoso relato de viagem do mais importante haicaísta de todos os tempos no Japão, Matsuo Basho. Esta é a primeira edição brasileira completa e bilíngue, realizada diretamente a partir do texto em japonês clássico, por uma especialista em literatura japonesa. Ela é fruto de anos de experiência em tradução e pesquisa sobre Basho e sua obra, e coroa a carreira de uma das mais proeminentes tradutoras em atividade no Brasil. Este grande clássico da literatura japonesa nada mais é senão o diário da peregrinação que o velho (para os padrões então vigentes) poeta faz pelo norte e noroeste da maior ilha de um Japão feudal em fins do século XVII, quase sempre a pé e enfrentando grandes dificuldades, cansaço e perigos. E no percurso vai compondo os mais belos haicais inspirados pelas paisagens e locais de renome
Contexto da obra
Na poesia, um livro como este costuma pedir um olhar mais atento para linguagem, ritmo e imagem. “Trilhas Longinquas de Oku – Edicao Bilingue”, de Basho Matsuo, publicado pela editora Escrituras, em 2016 e com 152 páginas, integra a categoria Livros de Poesia. Na prática, a força do livro muitas vezes aparece no modo como ele faz a linguagem trabalhar.
Editora: Escrituras
Páginas: 152
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8575317075
ISBN13: 9788575317075
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,300
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 0,70
Sobre a editora
Os livros da editora Escrituras convidam o leitor a percorrer caminhos que mesclam investigação acadêmica, poesia e narrativas que exploram a memória e a cultura. O catálogo revela uma atenção especial a temas ligados à história social, biografias e reflexões filosóficas, com obras que trazem desde relatos documentais até poesia contemporânea. A experiência de leitura varia entre textos densos e didáticos, como os que abordam educação e design, e outros mais líricos e imagéticos, como os de poesia e arte visual. Essa diversidade sugere um equilíbrio entre obras mais narrativas e outras com tom reflexivo ou ensaístico, contemplando públicos que buscam tanto aprofundamento quanto sensibilidade estética.
