
Título: Trita e três de agosto
Autor: Raquel Laranjeira Pais
Sinopse: A vida, cada vida, mesmo a que parece sempre tão igual a si mesma e a tantas outras, encontram na autora portuguesa Raquel Laranjeira Pais uma retratista minuciosa. Todos os seus contos trazem na receita uma pitada ou mais de aflição. Momentos de crise e momentos de libertação. De um jeito, e numa sintaxe, muito lusitano e muito brasileiro, as personagens buscam fazer sentido primeiramente para elas mesmas. Quase sempre femininas, tentam abrir caminho – ou entender onde saíram da trilha certa – numa selva urbana de plantas domesticadas e animais indomesticáveis. Há muitos e diversos bichos nas histórias de Raquel e todos são personagens involuntárias e indiferentes do drama humano. Mas indiferença é uma das sensações que o leitor deste livro não terá.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Trita e três de agosto”, de Raquel Laranjeira Pais, publicado pela editora Perspectiva, em 2019 e com 192 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Perspectiva
Páginas: 192
Ano: 2019
Edição: 1
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8527311674
ISBN13: 9788527311670
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,204
- Altura (cm): 19,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,10
Sobre a editora
Os livros da editora Perspectiva costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico e profundidade reflexiva, com foco em temas como filosofia, história, artes e ciências sociais. O catálogo privilegia obras que exploram a cultura, a política e a religião sob perspectivas históricas e críticas, muitas vezes atravessadas por análises detalhadas e linguagem densa, mas acessível. Há um equilíbrio entre textos ensaísticos, estudos históricos e biográficos, e abordagens fenomenológicas ou semióticas, que convidam o leitor a um envolvimento intelectual prolongado. O tom, em geral, é sério e contemplativo, com ritmo que privilegia a reflexão mais do que a narrativa rápida.
