
Título: Tudo Que e Solido Desmancha No Ar (Ed de Bolso) -
Autor: Marshall Berman
Sinopse: Ensaio histórico e literário, este livro de Marshall Berman é uma aventura intelectual clara, concisa e brilhante. Visão dos tempos modernos, investigação do espírito da sociedade e da cultura dos séculos XIX e XX. Berman não hesita diante do desafio de lidar com as mais diversas áreas do saber: crítica literária, ciência econômica e política, arquitetura, urbanismo e estética. Tudo que é sólido desmancha no ar constitui uma instigante sucessão de leituras originais e reveladoras de autores e suas épocas, a começar pelo Fausto de Goethe, passando pelo Manifesto de Marx e Engels, pelos poemas em prosa de Baudelaire, pela ficção de Dostoiévski, até as vanguardas artísticas contemporâneas. Livre de dogmatismo, seu trabalho é o de um humanista apaixonado, um verdadeiro Edmund Wilson do nosso tempo. A edição de bolso inclui prefácio inédito no Brasil.
Contexto da obra
Na crítica literária, livros como este costumam ampliar a leitura de autores, obras e tradições. “Tudo Que e Solido Desmancha No Ar (Ed de Bolso) –”, de Marshall Berman, publicado pela editora Companhia de Bolso, em 2007 e com 472 páginas, integra a categoria Livros de Crítica Literária. Na prática, isso ajuda a situar o livro como apoio valioso para quem quer ler obras e autores com mais contexto.
Editora: Companhia de Bolso
Páginas: 472
Ano: 2007
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8535910301
ISBN13: 9788535910308
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,396
- Altura (cm): 18,00
- Largura (cm): 12,50
- Espessura (cm): 2,40
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia de Bolso apresentam uma variedade que vai do ensaio crítico à narrativa literária, passando por biografias e estudos históricos. A experiência de leitura costuma ser marcada por um tom reflexivo e uma linguagem que combina rigor intelectual com acessibilidade, seja na análise de temas como religião, filosofia e política, seja na construção de personagens e cenários densos e humanos. O catálogo sugere um equilíbrio entre obras que exploram conflitos culturais e sociais profundos e outras que valorizam a dimensão poética e a sensibilidade do cotidiano. Em alguns casos, a prosa é mais densa e filosófica, enquanto em outros predomina um ritmo narrativo mais fluido e envolvente, com humor ou lirismo discretos. Essa diversidade permite ao leitor navegar entre textos que dialogam com a tradição intelectual e outros que se aproximam da experiência pessoal e da memória.
