
Título: Two Naomis (The Naomis #1)
Autor: Audrey Vernick, Olugbemisola Rhuday-Perkovich
Sinopse: Other than their first names, Naomi Marie and Naomi Edith are sure they have nothing in common, and they wouldn’t mind keeping it that way. Naomi Marie starts clubs at the library and adores being a big sister. Naomi Edith loves quiet Saturdays and hanging with her best friend in her backyard. And while Naomi Marie’s father lives a few blocks away, Naomi Edith wonders how she’s supposed to get through each day a whole country apart from her mother. When Naomi Marie’s mom and Naomi Edith’s dad get serious about dating, each girl tries to cling to the life she knows and loves. Then their parents push them into attending a class together, where they might just have to find a way to work with each other—and maybe even join forces to find new ways to define family.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Two Naomis (The Naomis #1)”, de Audrey Vernick, Olugbemisola Rhuday-Perkovich, publicado pela editora Balzer + Bray, em 2016 e com 208 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Balzer + Bray
Páginas: 208
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 0062414259
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Balzer + Bray apresentam narrativas que transitam entre a descoberta da identidade e conflitos pessoais profundos, frequentemente ambientados em contextos contemporâneos ou fantásticos. O catálogo reúne histórias que exploram temas como amizade, família, e os desafios da adolescência, com personagens que enfrentam dilemas internos e externos, desde questões sociais até aventuras que envolvem magia ou tecnologia. A linguagem varia entre o lírico e o direto, com ritmo que ora privilegia a introspecção, ora a tensão crescente, criando experiências de leitura que dialogam com jovens leitores atentos a emoções complexas e mundos inventados. Há obras que se destacam pela abordagem de temas LGBTQ+, enquanto outras investem em fantasia épica ou realismo social, revelando uma pluralidade de vozes e estilos.
