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Ultima Palabra, La

Título: Ultima Palabra, La

Autor: Thomas Nagel

Sinopse: Un signo inquietante de nuestra época es la insistencia creciente de relativistas y subjetivistas en la negación de la universalidad de la razón. No se trata sólo de un estilo intelectual o de una muestra de elegancia teórica. Esta negación está al servicio de la táctica de desviar los argumentos y de despreciar las pretensiones de los demás. La expansión actual de este relativismo amenaza con paralizar la producción de un discurso público coherente. Thomas Nagel nos presenta una defensa bien argumentada y consistente de la razón. En su análisis perspicaz y combativo refuta una tras otra las afirmaciones relativistas acerca del lenguaje, la lógica, la ciencia y la ética. Para Nagel, en los debates sobre la validez objetiva de cualquier forma de pensamiento, la razón siempre tendrá la última palabra. Esta nueva aproximación entre razón teórica y práctica ofrece argumentos firmes para superar algunas debilidades peligrosas del pensamiento actual. Acabamento: Paperback. Peso: 179g. Dimensões: 23 x 16 x 1.

Contexto da obra

Dentro do catálogo, este livro pode ser situado a partir do tema, da autoria e da proposta editorial. “Ultima Palabra, La”, de Thomas Nagel, publicado pela editora Gedisa Editorial, em 2001 e com 160 páginas, integra a categoria Filosofia. Esse enquadramento pode tornar mais clara a proposta do livro e o tipo de interesse que ele costuma despertar.

Editora: Gedisa Editorial

Páginas: 160

Ano: 2001

Edição: 1ª EDIÇÃO

Linguagem:

ISBN:

ISBN13: 9788474326611

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de THOMAS NAGEL revela um pensamento filosófico que equilibra clareza e profundidade, com um ritmo que convida à reflexão pausada. O tom é acessível, mas nunca simplista, estimulando o leitor a encarar questões fundamentais da existência, ética e consciência sem respostas prontas. A tensão surge do contraste entre a objetividade da análise e a subjetividade irreduzível da experiência humana, criando um espaço para o debate interno e a dúvida produtiva. O foco está tanto na exposição rigorosa de problemas quanto na abertura para múltiplas interpretações, o que torna a leitura ao mesmo tempo desafiadora e envolvente. Em seus textos, Nagel privilegia a capacidade do leitor de pensar por si mesmo, deixando questões em aberto e evitando conclusões definitivas.

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