
Título: ultima Paragem, Massama
Autor: Vieira Pedro
Sinopse: Esta é a história de um homem e de uma mulher, Lucas e Vanessa. Do seu amor trágico, como são todos, e de uma cidade com vista para muitas vidas. Também é a história de uma doença e de uma saída de cena, de uma frustração que não se cura. Ontem, na Floresta de Teutoburgo, onde fracassaram as legiões de Públio Quintílio Varo, hoje, em Massamá, onde acaba de ruir uma hipótese de redenção.Nos dois casos, o mesmo desenlace, com mais ou menos Império em pano de fundo. No lugar do traidor Armínio, motivado pela ambição, apresenta-se João, portador de um evangelho com saída para lugar nenhum. A estação de comboio, o trabalho, o vaivém daqueles que vivem de par em par com aquilo que lhes está destinado. O acaso. Crônica de uma, duas mortes anunciadas, a segunda por decisão natural de Vanessa, mulher investida de toda a autoridade. Faltam dois minutos e picos, 127 segundos, pouca-terra, pouca-terra, é só o que ela pede. Ou pelo menos que lhe seja leve.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “ultima Paragem, Massama”, de Vieira Pedro, publicado pela editora Escrituras, em 2016 e com 256 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Escrituras
Páginas: 256
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8575316613
ISBN13: 9788575316610
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,300
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,20
Sobre a editora
Os livros da editora Escrituras convidam o leitor a percorrer caminhos que mesclam investigação acadêmica, poesia e narrativas que exploram a memória e a cultura. O catálogo revela uma atenção especial a temas ligados à história social, biografias e reflexões filosóficas, com obras que trazem desde relatos documentais até poesia contemporânea. A experiência de leitura varia entre textos densos e didáticos, como os que abordam educação e design, e outros mais líricos e imagéticos, como os de poesia e arte visual. Essa diversidade sugere um equilíbrio entre obras mais narrativas e outras com tom reflexivo ou ensaístico, contemplando públicos que buscam tanto aprofundamento quanto sensibilidade estética.
