
Título: ÚLTIMAS DÉCADAS NOS CINEMAS
Autor: Vasconcelos Salles
Sinopse: As páginas deste novo romance do filósofo-professor da USP, Mauricio Salles Vasconcelos, intitulado "Últimas Décadas nos Cinemas (Livro-de-Bolsa)", é originário do Neorrealismo, de um tempo incidido vivamente no presente. Provêm da convivência de Mauricio Salles Vasconcelos com o universo cinemático e seus espaços de projeção, formas de recepção, ao longo dos anos. Baralham #cronologias, facultando elos intercambiantes com diferentes épocas/estéticas fílmicas em diferentes lugares. Através de Cadernos-Enquadramentos concebidos pela atuação crítica, o ensaísta e estudioso Ivo Arruda Salva protagoniza o romance no final de sua 6ª década de vida. A partir de tal perspectiva, filmar e viver produzem retrospecto e prospecção. Em pulsação híbrida, a narrativa apreende mutações desde o fim da Grande Guerra do Século XX, em combinação e choque com a existência agora e a máquina techno do audiovisual contemporâneo. Em meio a ressurgimentos e mortes de pessoas próximas, como também do(s) cinema(s), Livro-de-Bolsa (subtítulo da obra) relê a História entre um e outro milênio sob o prisma de algumas filmografias. Reinventa o ato de ver e a arte de narrar.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “ÚLTIMAS DÉCADAS NOS CINEMAS”, de Vasconcelos Salles, publicado pela editora Letra Selvagem, em 2024 e com 248 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Letra Selvagem
Páginas: 248
Ano: 2024
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6589841284
ISBN13: 9786589841289
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,350
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 3,00
Sobre a editora
Os livros da editora LETRA SELVAGEM convidam o leitor a mergulhar em narrativas que transitam entre a memória afetiva, a história social e reflexões profundas sobre a condição humana. A experiência de leitura costuma ser marcada por um tom contemplativo, ora lírico, ora crítico, que privilegia o detalhamento de personagens e contextos, muitas vezes em cenários brasileiros ou em diálogos com outras culturas e tempos. O catálogo sugere uma preferência por obras que exploram conflitos internos e coletivos, com ritmo que varia do ensaio biográfico à prosa poética e ao drama histórico, sempre com uma linguagem que valoriza a densidade e a complexidade das tramas. Há livros que se aproximam do realismo social, enquanto outros se aventuram por territórios mais oníricos ou filosóficos, revelando um equilíbrio entre o narrativo e o reflexivo.
