
Título: Um Ano, Dois Verões
Autor: Bertha Solares
Sinopse: É a história de duas Irinas. Uma é brasileira e a outra viveu na Tchecoslováquia nos anos 30, época da ascensão do nazismo e da perseguição aos judeus. A Irina carioca é cientista e está indo para Praga participar de um congresso internacional. Leva consigo na bagagem sonhos que a inquietam. Neles, sempre vê duas mulheres correndo e pedindo-lhe ajuda, mas não consegue alcançá-las e nem enxergar seus rostos. A amiga psicóloga disse-lhe que esses sonhos são reflexos de sua solidão e da vontade de encontrar uma mulher com quem compartilhar sua vida para sempre. Irina está cansada de aventuras. Tudo se precipita ao chegar em Praga. A bela cidade reserva-lhe surpresas; sente-se em casa e, no entanto, estranhamente oprimida ao conhecer o bairro judeu e ao entrar na sinagoga Pinkasova. Por que o sofrimento daquele povo a sensibiliza tanto? Existe ainda a história oculta da outra Irina, escrita num diário que sua avó lhe pediu para deixar em Praga. São muitos os mistérios que envolvem essas duas Irinas. Mas é verão na Europa e a cidade de Praga está colorida de turistas. Quem sabe, ao dobrar uma esquina, ela encontrará seu passado e seu destino?
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Um Ano, Dois Verões”, de Bertha Solares, publicado pela editora Brasiliense, em 2001 e com 111 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Brasiliense
Páginas: 111
Ano: 2001
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8511000593
ISBN13: 9788511000597
Sobre a editora
Os livros da editora BRASILIENSE convidam a uma imersão em temas históricos, sociais e culturais com abordagem analítica e narrativa densa. O catálogo privilegia obras que exploram desde a formação das cidades e sistemas econômicos até movimentos sociais e transformações políticas, sempre com um olhar crítico e fundamentado. A leitura costuma exigir atenção aos processos históricos e sociais, com textos que mesclam didatismo e reflexão, abordando desde o feudalismo até a industrialização e lutas operárias. Há também espaço para narrativas que exploram memórias pessoais e coletivas, às vezes com um tom mais intimista ou literário, o que indica uma diversidade que vai do ensaio histórico ao relato ficcional e poético.
