
Título: Um Atrapalho no Trabalho
Autor: John Lennon
Sinopse: Edição bilíngue, com introdução de Paul McCartney e tradução e posfácio de Paulo Leminski. "Este livro são dois, Lennon On His Own Write, de 1964, e A Spaniard In The Works, publicado em 1965, estranhas miscelâneas de textos de natureza vária, flash-contos, esboços de peças, poemas non-sense, acompanhados de desenhos, todos marcados por extrema criatividade da linguagem, conduzida ao absurdo por um humor sarcástico e cínico. Os dois livros do beatle ocupam lugar especial no quadro da criação textual da segunda metade do século XX. Pela linguagem, seus textos remetem a James Joyce, o mais radical dos prosadores do século. Em Um Atrapalho no Trabalho, prosa-pop, prosa da era da TV, do VT, clips, VTVTTVTVTVVTTTTT &tc., arte de arte, o beatle faz gato e sapato das receitas de todos os gêneros, excomunga os lugares-comuns. Rir é o melhor remédio, achar graça, a única saída." Paulo Leminski.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Um Atrapalho no Trabalho”, de John Lennon, publicado pela editora Brasiliense, em 1985 e com 236 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Brasiliense
Páginas: 236
Ano: 1985
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora BRASILIENSE convidam a uma imersão em temas históricos, sociais e culturais com abordagem analítica e narrativa densa. O catálogo privilegia obras que exploram desde a formação das cidades e sistemas econômicos até movimentos sociais e transformações políticas, sempre com um olhar crítico e fundamentado. A leitura costuma exigir atenção aos processos históricos e sociais, com textos que mesclam didatismo e reflexão, abordando desde o feudalismo até a industrialização e lutas operárias. Há também espaço para narrativas que exploram memórias pessoais e coletivas, às vezes com um tom mais intimista ou literário, o que indica uma diversidade que vai do ensaio histórico ao relato ficcional e poético.
