
Título: Um calafrio diário.
Autor: Renata Pallottini
Sinopse: Como todo verdadeiro livro de Poesia, ''''Um Calafrio Diário'''', de Renata Pallottini, é síntese e depositário de experimentos, falhas, emoções e reflexões, realizações e frustrações, mas, com certeza, não apenas no âmbito pessoal e, muito menos, como simples vazão de tristezas e alegrias ou explosão de cólera e revolta. Para além do confessionário de sentimentos, da configuração de idéias e da expressão de conflitos do poeta, impõe-se aqui, articulando-os e conjugando-os na dicção de um estro, a voz do poema, na singularidade sonora de sua linguagem, na especificidade de sua construção, na individualidade de sua mensagem. Assim, tudo nestes versos nasce de sua forma, em que tudo procura, cada vez mais, menos palavras e mais sentido.
Contexto da obra
Na poesia, um livro como este costuma pedir um olhar mais atento para linguagem, ritmo e imagem. “Um calafrio diário.”, de Renata Pallottini, publicado pela editora Perspectiva, em 2002 e com 208 páginas, integra a categoria Livros de Poesia. Na prática, a força do livro muitas vezes aparece no modo como ele faz a linguagem trabalhar.
Editora: Perspectiva
Páginas: 208
Ano: 2002
Edição: 1
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8527303108
ISBN13: 9788527303101
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,294
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,10
Sobre a editora
Os livros da editora Perspectiva costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico e profundidade reflexiva, com foco em temas como filosofia, história, artes e ciências sociais. O catálogo privilegia obras que exploram a cultura, a política e a religião sob perspectivas históricas e críticas, muitas vezes atravessadas por análises detalhadas e linguagem densa, mas acessível. Há um equilíbrio entre textos ensaísticos, estudos históricos e biográficos, e abordagens fenomenológicas ou semióticas, que convidam o leitor a um envolvimento intelectual prolongado. O tom, em geral, é sério e contemplativo, com ritmo que privilegia a reflexão mais do que a narrativa rápida.
