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Um Cara Que Não Obedecia a Ninguém

Título: Um Cara Que Não Obedecia a Ninguém

Autor: Antonio Muylaert Thomé

Sinopse: Antonio Muylaert Thomé estava na primeira série quando publicou seu livro Um Cara que não Obedecia a Ninguém. A história é centrada em dois personagens, Goku e Cara que, por lutarem karatê e judô, se consideravam valentões. Um dia, decidiram ver quem era o mais forte. Foram para uma arena de luta, com tanta gente torcendo para um e para outro, que aquilo mais parecia um campo de batalha. Provocações, socos, murros, cotoveladas, pancadas, gritos, sangue! Até uma ambulância entra em cena. Tudo isto divertidamente ilustrado pelo cartunista paulistano Spacca. A história, criada por André, retrata bem a falta de limites, a violência física e verbal tão presentes na mídia e em muitos espaços de nossa sociedade. A leitura do livro poderá ser um caminho para se discutir sobre as várias formas de agressividade. http://www.globaleditora.com.br

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Um Cara Que Não Obedecia a Ninguém”, de Antonio Muylaert Thomé, publicado pela editora Global, em 2002 e com 20 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Global

Páginas: 20

Ano: 2002

Edição:

Linguagem: português

ISBN: 8526007831

ISBN13: 9788526007833

    Sobre a editora

    Os livros da editora Global apresentam uma experiência de leitura marcada pela diversidade temática e formal, que vai da poesia com jogos de linguagem e sonoridade refinada a narrativas curtas que exploram a condição humana em suas múltiplas facetas. O catálogo reúne obras que mesclam reflexão social e política, biografias, literatura infantil e juvenil com forte apelo visual, além de textos que convidam à meditação e ao autoconhecimento. O tom varia entre o lírico e o crítico, com frequência imerso em contextos históricos ou culturais específicos, como a cultura indígena ou o cenário brasileiro contemporâneo. Essa variedade sugere uma curadoria que valoriza tanto a densidade literária quanto a acessibilidade, com atenção a diferentes públicos, do leitor infantil ao adulto interessado em ensaios e crônicas.

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