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Um Crepúsculo ao Longe

Título: Um Crepúsculo ao Longe

Autor: Elie Wiesel

Sinopse: Este é um livro diferente - como todos os de Elie Wiesel. Misto de drama, tragédia, ensaio filosófico, diatribe teológica, e crônica. Nada nele é real, mas tudo nele é inteiramente verdadeiro. Wiesel, criativo ao extremo, não inventa nada: qualquer coisa que ele tenha criado é muito menos fantástica do que as situações que ele viveu concretamente, na assim chamada "realidade". Um Crepúsculo ao Longe é o último romance de Elie Wiesel. A saga dos que escaparam aos horrores do Holocausto é levada, aqui, mais um ponto adiante. Agora não mais apenas os homens esmagados estão loucos, por não suportarem as dores a que as submeteu o seu destino. Aqui estão Adão, Caim, Abrahão, Job e vários outros. Todos internados num hospício com "delírios místicos". "Místicos"? Não, não. Seus delírios apenas questionam a realidade louca que foram obrigados a viver. Davy Bogomoletz

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Um Crepúsculo ao Longe”, de Elie Wiesel, publicado pela editora Exodus, em 1997 e com 248 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Exodus

Páginas: 248

Ano: 1997

Edição:

Linguagem: português

ISBN: 8585979097

ISBN13: 9788585979096

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Elie Wiesel conduz a um mergulho intenso e comovente em dilemas morais e existenciais, onde o silêncio e a memória se confrontam com a violência e a perda. A prosa, muitas vezes simples e direta, não evita a crueza dos temas, mas mantém uma tensão constante, quase ritualística, que prende o leitor em uma espera carregada de angústia e reflexão. A experiência é marcada por personagens que vivem entre o passado traumático e a busca por sentido no presente, revelando dúvidas profundas sobre culpa, fé e humanidade. Em alguns momentos, o ritmo é lento e contemplativo, em outros, urgente e dramático, criando uma dinâmica que desafia o leitor a acompanhar tanto o peso do sofrimento quanto a resistência da esperança. Essa combinação singular torna os livros de Elie Wiesel uma jornada que não se limita à narrativa, mas que provoca perguntas duradouras sobre a memória e a responsabilidade.

    Ver mais sobre o autor

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