
Título: Um crime delicado
Autor: Sérgio Sant''Anna
Sinopse: Ambientado no Rio de Janeiro, Um crime delicado conta em primeira pessoa a história de Antônio Martins, um crítico de arte cinqüentão que se envolve com Inês, uma jovem manca a respeito de quem ele não sabe quase nada. Depois de muitas buscas e especulações, o crítico descobre que Inês é modelo do artista plástico Vitório Brancatti e suspeita de que este mantenha com ela uma relação ambígua, entre paternal e sádica. Este livro de Sérgio Sant''''Anna é várias coisas ao mesmo tempo: insinuante trama policial, história de amor embebida num erotismo insólito e reflexão sobre a arte e a crítica.Prêmio Jabuti 1998 de Melhor Romance
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Um crime delicado”, de Sérgio Sant''Anna, publicado pela editora Companhia das Letras, em 1997 e com 136 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 136
Ano: 1997
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8571646538
ISBN13: 9788571646537
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,179
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 0,70
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
