
Título: Um Ensaio sobre o Estado Moderno
Autor: Christopher W. Morris
Sinopse: "O principal propósito desta indagação é determinar as justificações para os Estados modernos. Procuro determinar se deveríamos ter Estados, e que formas gerais deveriam assumir. Uma de minhas conclusões é que as respostas a estas questões dependem muito do contexto. Algumas formas de Estado podem ser justificadas em algumas condições, mas não em outras; certamente poucas formas serão justificadas para todas as ocasiões. Conseqüentemente, sem a discussão das características particulares de diferentes sociedades e culturas, minhas conclusões são um tanto gerais e abstratas. Mas não penso que sejam destituídas de interesse; apesar de ser necessário que nossa visão dos Estados seja afetada pela nossa compreensão sobre eles, pela natureza e extensão de suas justificadas reivindicações e pelas alternativas disponíveis. Nossas reações, por exemplo, à legislação internacional dos direitos humanos ou aos arranjos institucionais, tais como a União Européia, dependem de algumas das questões abstratas e gerais que abordo. E nosso apoio aos Estados, ou ainda a um 'governo mundial', pode ser, em grande parte, um produto de nossa falta de imaginação a respeito de alternativas".
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Um Ensaio sobre o Estado Moderno”, de Christopher W. Morris, publicado pela editora Landy, em 2005 e com 480 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Landy
Páginas: 480
Ano: 2005
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8576290340
ISBN13: 9788576290346
Sobre a editora
Os livros da editora Landy oferecem uma experiência de leitura marcada pela diversidade cultural e pela reflexão profunda. O catálogo privilegia narrativas que exploram tradições orais e folclóricas de diferentes regiões, como a Rússia, a China e a Terra Santa, trazendo contos e mitos que revelam cosmovisões e histórias ancestrais. Além disso, há um interesse recorrente por textos filosóficos e poéticos que convidam à meditação sobre temas como o Estado, a sabedoria oriental e a transformação pessoal. O tom oscila entre o didático e o lírico, com obras que variam do ensaio abstrato a contos de fadas com humor sutil. Em meio a essa variedade, a Landy parece valorizar a aproximação entre o leitor e culturas distantes, seja por meio de linguagens poéticas ou de reflexões filosóficas, oferecendo um catálogo que estimula tanto a imaginação quanto o pensamento crítico.
