
Título: Um, Ninguém e Cem Mil
Autor: Luigi Pirandello
Sinopse: «Um, Ninguém e Cem Mil» (1926) é um monólogo de uma grande intensidade dramática, que dificilmente se enquadra dentro de um género ou de uma escola. Pirandello, bem conhecido pela sua obra teatral, transpôs para esta narrativa muitos dos processos dramáticos que fizeram dele um dos grandes dramaturgos do nosso século. Vitangelo Moscarda é um homem que vive instalado na sua condição, até ao dia em que a mulher lhe revela um pormenor a seu respeito. A partir daí Moscarda sofre o inferno dos espelhos, do olhar dos outros, que nele vêem sempre o que ele não é. Mas o que é ele para si próprio? Moscarda descobre que não pode apoderar-se de uma qualquer forma sem destruir o ser, a vida. Por isso irá até ao extremo de se exilar da sociedade, salvaguardando aquilo que para ele é essencial - única liberdade possível: o viver e morrer em cada momento, o renascer também a cada instante, a cada novo dia.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Um, Ninguém e Cem Mil”, de Luigi Pirandello, publicado pela editora BIBLIOTEX EDITOR (Diário de Noticias), em 2003 e com 160 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: BIBLIOTEX EDITOR (Diário de Noticias)
Páginas: 160
Ano: 2003
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 8496180050
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Bibliotex Editor (Diário de Notícias) costumam mergulhar em narrativas densas, que exploram conflitos humanos profundos e dilemas existenciais, muitas vezes ambientados em contextos históricos ou sociais marcantes. A leitura desses textos traz um clima de tensão e reflexão, com personagens que enfrentam crises internas e externas, desde a transformação de comunidades até o embate entre razão e fé. O tom varia entre o irônico e o dramático, com uma linguagem que pode ser tanto direta quanto carregada de simbolismo. O catálogo revela uma preferência por histórias que desafiam o leitor a pensar sobre a natureza humana, a justiça e a identidade, com ritmo que ora é mais introspectivo, ora se torna mais intenso e envolvente.
