
Título: Um Pedaco de Madeira e Aco
Autor: Christophe Chabouté
Sinopse: A história de um banco, um simples banco de praça pública, que vê pessoas passarem durante horas, dias, estações, anos… Muitas passam, algumas param, outras voltam e há aquelas que esperam… O banco é um refúgio, uma ilha, um abrigo, um palco… um balé de anônimos conduzidos por uma coreografia habilmente orquestrada, em que pequenas curiosidades, situações incríveis e encontros surpreendentes dão à luz uma história singular, por vezes cômica, por vezes trágica. O quadrinista Chabouté (Moby Dick), com sua arte inigualável e seu excepcional domínio do preto e branco, tece uma narrativa gráfica com a magia de Jacques Tati, a beleza de Chaplin e pitadas de Marcel Marceau e Buster Keaton… 340 páginas de um drama cujo herói é um banco.
Contexto da obra
Nos mangás, HQs e quadrinhos, o contexto do livro costuma nascer do encontro entre imagem, ritmo e narrativa. “Um Pedaco de Madeira e Aco”, de Christophe Chabouté, publicado pela editora Pipoca e Nanquim, em 2018 e com 340 páginas, integra a categoria Mangás, Hqs e Quadrinhos. Na prática, isso ajuda a perceber melhor o papel da linguagem visual na experiência do livro.
Editora: Pipoca e Nanquim
Páginas: 340
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8593695108
ISBN13: 9788593695100
- Encadernação: CAPA DURA
- Peso (kg): 0,900
- Altura (cm): 23,80
- Largura (cm): 16,20
- Espessura (cm): 3,00
Sobre a editora
Os livros da editora Pipoca e Nanquim costumam apresentar narrativas densas e envolventes, que transitam entre o épico e o intimista, com forte presença de fantasia, ficção científica e histórias históricas. O catálogo revela um apreço pelo detalhamento visual, seja em quadrinhos de espada e feitiçaria, seja em mangás de época ou graphic novels ambientadas em guerras e conflitos pessoais. As obras frequentemente exploram personagens complexos, como guerreiras em jornadas tortuosas, protagonistas marcados por tragédias ou anti-heróis em universos sombrios, sempre com um ritmo que equilibra ação e reflexão. O tom varia do sombrio e dramático ao lírico e sensível, com algumas histórias que trazem humor sutil e outras que mergulham em temas como opressão, memória e identidade.
