
Título: Um Planeta Chamado Átropos
Autor: Manoel V. S.
Sinopse: O pequeno viajante Circinus da cidade de Polygonos irá conhecer Baubo que é uma nova cidade muito criticada e conhecida por não ter limites e por "tudo ser permitido". Com pouco mais de 100 anos de estrelas. Ela está nascendo numa centelha de luz, e nela ele descobre um mundo novo com valores bem diferentes dos quais está acostumado. Ele envia cartas sobre o que vê e o que escuta para seu amigo Boötes. Na cidade de Baubo os mendigos, os velhos e as crianças são respeitados. Lá os seres se sentem menos mesquinhos, menos egoístas e aprendem que precisam uns dos outros; as musas são belas, os monumentos são grandiosos e o nosso viajante se apaixona por uma bela musa. Deste amor, tudo pode acontecer em Átropos ainda mais em uma cidade onde os sonhos nascem.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Um Planeta Chamado Átropos”, de Manoel V. S., publicado pela editora Chiado Editora, em 2021 e com 86 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Chiado Editora
Páginas: 86
Ano: 2021
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 9893708575
ISBN13: 9789893708576
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,160
- Altura (cm): 22,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 0,50
Sobre a editora
Os livros da editora CHIADO EDITORA apresentam um leque variado de narrativas que transitam entre o realismo cotidiano, a fantasia e o suspense, sempre com uma linguagem acessível e envolvente. Muitas obras exploram jornadas pessoais e conflitos internos, como o amadurecimento, a busca por identidade ou o enfrentamento de desafios sociais e emocionais. O catálogo traz desde relatos intimistas e crônicas fragmentadas até tramas de aventura e mistério, com ambientações que vão do interior paulista a cenários intergalácticos ou históricos. O tom oscila entre o humor leve e a reflexão profunda, e o ritmo das histórias pode ser tanto dinâmico e cheio de ação quanto pausado e contemplativo, atendendo a diferentes gostos de leitura.
