
Título: Um Quarto na Holanda Pierre BergouniouxNos Editora
Autor: Pierre Bergounioux
Sinopse: Quando Pierre Bergounioux, escritor e ensaísta francês, publicou esta breve biografia de René Descartes, em 2009, chamou a atenção dos leitores pela capacidade de resumir em poucas páginas dois mil anos de história e geografia ocidentais, contexto em que se insere a vida de Descartes e sua busca por um espaço onde pudesse pensar livremente. Mais do que uma biografia, Bergounioux escreve em tom ensaístico um elogio ao gênio que, exercitando a dúvida hiperbólica, tinha consciência de inaugurar um método de reflexão em que o "eu" ganha protagonismo inusitado.
Contexto da obra
Em coleções literárias, um livro como este costuma ganhar também um sentido editorial mais amplo. “Um Quarto na Holanda Pierre BergouniouxNos Editora”, de Pierre Bergounioux, publicado pela editora Editora Nós e com 96 páginas, integra a categoria Livros de Coleções Literárias. Por isso, o leitor pode ganhar outra perspectiva quando observa não só o texto, mas também a coleção que o abriga.
Editora: Editora Nós
Páginas: 96
Ano:
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8569020082
ISBN13: 9788569020080
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,150
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 12,50
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Nós convidam o leitor a um mergulho em universos literários que transitam entre o coloquial e o experimental, o íntimo e o social. A oralidade periférica, a poesia que dialoga com o concreto e o manifesto, e narrativas que exploram a subjetividade em múltiplas vozes são marcas recorrentes. O catálogo revela uma atenção especial a temas como a resistência cultural, o feminismo crítico, e a complexidade das relações humanas em contextos contemporâneos, muitas vezes tensionados por violência, exclusão ou memória. A escrita varia do tom visceral e urgente ao lírico e sensorial, com ritmo que pode ser tanto vertiginoso quanto meditativo, dependendo da obra. Em alguns casos, há uma aposta clara na experimentação formal, seja pela fragmentação narrativa ou pelo uso de grafismos e diálogos internos.
