
Título: Um Reino Todo Quadrado
Autor: Caio Riter
Sinopse: Era uma vez um reino todo quadrado e azul. Mas um dia, nasceu Redondo-vermelho... E as pessoas tiveram que rever seus conceitos sobre o diferente. O tema diversidade sempre gera discussões interessantes e propiciam diálogos sobre o respeito e convivência dentro de um grupo, porque enriquecem as idéias dos envolvidos. Afinal é no calor das discussões que melhoramos como seres humanos! Tratar a escola como um espaço de valorização do indivíduo, atribuindo-lhe responsabilidades para a construção de uma sociedade mais justa é a proposta de Caio Riter que recorre ao humor para criar uma narrativa leve e prazerosa, carregada de mensagens que levam o leitor à reflexão sobre estar no mundo . Além disso, é na biblioteca que Redondo-vermelho descobre um jeito de transcender aquele reino, meio chatinho, só de quadrado e azul. Riter bate o martelo: a leitura é um agente transformador dentro de uma sociedade.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Um Reino Todo Quadrado”, de Caio Riter, publicado pela editora Paulinas, em 2007 e com 23 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Paulinas
Páginas: 23
Ano: 2007
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8535620273
ISBN13: 9788535620276
Sobre a editora
Os livros da editora Paulinas costumam apresentar uma linguagem acessível e um cuidado especial com a clareza, seja na releitura contemporânea de textos sagrados ou na abordagem de temas espirituais e sociais. A experiência de leitura frequentemente convida a uma reflexão profunda sobre fé, promoção humana e transformação pessoal, com narrativas que transitam entre o didático e o poético. O catálogo inclui obras que dialogam com públicos variados, desde crianças e jovens até adultos interessados em catequese, espiritualidade e questões sociais, sempre com um tom que mescla simplicidade e profundidade. A diversidade editorial se manifesta em textos que vão do relato pessoal e histórico a propostas pedagógicas e à literatura infantojuvenil, com um ritmo que pode ser tanto contemplativo quanto narrativo.
