
Título: Um Sol Para Cada Um
Autor: Proença Augusto
Sinopse: Em Um sol para cada um, seu novo livro de contos, o escritor paraense Edyr Augusto Proença retoma a linha literária que o caracteriza e usa a realidade nua e crua da cidade de Belém como matéria-prima de suas histórias, transportando o leitor para os cantos mais sombrios e escondidos da metrópole.Os personagens dos 36 textos são escancaradamente verdadeiros e, por isso mesmo, perturbadores. Suas ações e contradições são descritas de maneira direta por Edyr, observador acurado e estilista talentoso. Ficção realista que se recusa a cair em dogmatismos, em Um sol para cada um não há espaço para meias palavras ou tons pastéis. Por suas páginas desfilam marginais, prostitutas, criminosos e viciados, formando, nas palavras de Nelson de Oliveira, autor da apresentação do livro, um quadro composto por ''''anti-heróis do desespero''''. A narrativa de Edyr é urgente, pulsante, enxuta, por vezes asfixiante, causando o impacto que toda literatura de qualidade deve provocar.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Um Sol Para Cada Um”, de Proença Augusto, publicado pela editora Boitempo Editorial, em 2008 e com 168 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Boitempo Editorial
Páginas: 168
Ano: 2008
Edição: Literatura Brasileira
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8575591223
ISBN13: 9788575591222
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,200
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 1,50
Sobre a editora
Os livros da editora Boitempo Editorial convidam a uma leitura densa e crítica, que atravessa temas como economia política, luta social, cultura e história com um olhar atento às contradições do capitalismo contemporâneo. O catálogo privilegia obras que exploram a interseção entre teoria e prática política, frequentemente com foco em marxismo heterodoxo, ecossocialismo e movimentos sociais, revelando tensões entre estruturas econômicas e experiências humanas. A linguagem tende a ser rigorosa e analítica, mas também acessível, com textos que mesclam ensaio, crítica e reflexão histórica, voltados para leitores interessados em compreender as raízes e os desdobramentos das crises sociais e ambientais atuais.
