
Título: Um Útero É do Tamanho de Um Punho
Autor: Angélica Freitas
Sinopse: Lançado em 2012, o livro se tornou um clássico contemporâneo ao refletir, com humor e perspicácia, sobre questões de gênero.Depois de lançar Rilke Shake (coleção Ás de Colete, 7Letras e Cosac Naify, 2007), o segundo livro de Angélica Freitas, Um útero é do tamanho de um punho (Cosac Naify, 2012), reúne poemas escritos a partir de um tema central: a mulher. Uma das vozes mais destacadas da geração, Angélica Freitas subverte as imagens absolutamente gastas do que se espera do gênero feminino — anunciadas em capas de revistas e em vitrines de lojas de departamentos —, e joga luz — com inteligência, sagacidade e senso de humor aguçado — sobre o nosso tempo.* Leitura obrigatória do vestibular da UFRGS.
Contexto da obra
Na poesia, um livro como este costuma pedir um olhar mais atento para linguagem, ritmo e imagem. “Um Útero É do Tamanho de Um Punho”, de Angélica Freitas, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2017 e com 96 páginas, integra a categoria Livros de Poesia. Na prática, a força do livro muitas vezes aparece no modo como ele faz a linguagem trabalhar.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 96
Ano: 2017
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8535929827
ISBN13: 9788535929829
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,087
- Altura (cm): 18,00
- Largura (cm): 12,50
- Espessura (cm): 0,60
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
