
Título: Uma Baratinha em Apuros
Autor: Lilia Cristina Miranda Rodrigues
Sinopse: Uma herança deveria ser um presente bom. Porém, a herança que a Baratinha recebeu da sua avó colocou-a em apuros. Ela recebeu uma caixinha cheia de moedas de ouro, mas não imaginava que seria uma aventura desastrosa tentar usar suas moedinhas para fazer a vontade da vovozinha. A Baratinha usou várias estratégias para tentar realizar o desejo da vovó, mas você não imagina quanto perigo ela teve que enfrentar! Ela enfrentou monstros aterrorizantes e ultrapassou obstáculos gigantescos para tentar cumprir sua missão de gastar sua herança. Se você acha que gastar uma herança é fácil, abra este livro e descubra que “nem tudo que reluz é ouro”, “nem tudo que parece, é” e que a felicidade não está presa a um tesouro.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “Uma Baratinha em Apuros”, de Lilia Cristina Miranda Rodrigues, publicado pela editora Lura, em 2018 e com 20 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Lura
Páginas: 20
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9788558490832
Sobre a editora
Os livros da editora Lura apresentam uma variedade de temas que vão do cotidiano empresarial às jornadas pessoais e sociais, sempre com um olhar atento às transformações internas e externas dos personagens ou contextos. A experiência de leitura frequentemente envolve narrativas que exploram relações humanas profundas, como laços familiares e desafios emocionais, mas também se estendem a reflexões sobre inovação, espiritualidade e questões sociais contemporâneas. O tom pode variar do intimista e poético a abordagens mais práticas e didáticas, sugerindo um catálogo que não se prende a um único estilo narrativo, mas que privilegia o equilíbrio entre histórias envolventes e conteúdos que convidam à reflexão. A presença de cenários urbanos, rurais e até futuristas indica diversidade no ambiente das obras, enquanto o ritmo oscila entre momentos de tensão, contemplação e ação, conforme o foco de cada obra.
