
Título: Uma História de Deus
Autor: Karen Armstrong
Sinopse: O Deus das grandes religiões monoteístas - judaísmo, cristianismo e islamismo - foi, ao longo dos tempos, objeto das mais variadas representações. Mesmo no interior de cada uma dessas tradições, a idéia de Deus e a maneira de vivenciá-lo nunca foram unânimes. É a história complexa e emocionante dessa multiplicidade de abordagens de Deus que Karen Armstrong, apresenta neste História de Deus . A compreensão das diferentes concepções de Deus no passado e sua relevância e utilidade é, segundo ela, uma maneira de se começar a buscar uma nova concepção de Deus para o século XXI. Um desenvolvimento inevitável, pois, como mostra neste livro, não há como negar a arraigada necessidade humana de buscar um símbolo para uma realidade que transcenda os limites de sua condição terrena.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Uma História de Deus”, de Karen Armstrong, publicado pela editora Companhia das Letras, em 1998 e com 472 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 472
Ano: 1998
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8571644233
ISBN13: 9788571644236
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
