
Título: Uma Janela em Copacabana
Autor: Luiz Alfredo Garcia-Roza
Sinopse: Copacabana, Rio de Janeiro. Três policiais são executados em curto espaço de tempo. Eram tiras medíocres, e suas mortes têm muito em comum. Foram eliminados por um assassino frio, que não deixa rastro e costuma disparar à queima-roupa. De imediato, o mundo policial entra em rebuliço. Quem estaria disposto a correr o risco de sair matando tiras, ainda que inexpressivos? À própria polícia? E por quê? Em meio às confusões de seu cotidiano de livros sem estantes e mulheres fugidias, o delegado Espinosa, titular do 12º DP, tem poucos elementos para desvendar o caso. Ele e sua equipe enfrentam olhares temerosos e desconfiados dos colegas, muitos deles comprometidos com a corrupção. Percorrendo as ruas de sua geografia predileta, entre os bairros do Leme e de Copacabana, o delegado irá deparar-se com outras mortes e com os mistérios da insinuante esposa de um membro do primeiro escalão do governo federal.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Uma Janela em Copacabana”, de Luiz Alfredo Garcia-Roza, publicado pela editora Claro Enigma, em 2012 e com 224 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Claro Enigma
Páginas: 224
Ano: 2012
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Claro Enigma convidam a uma leitura que combina clareza e profundidade, com temas que vão desde questões ambientais urgentes até reflexões históricas e culturais. O catálogo apresenta obras que dialogam com o presente, como debates sobre mudanças climáticas e desafios sociais, mas também mergulham em narrativas do passado, incluindo história, filosofia e literatura brasileira. A linguagem costuma ser acessível, muitas vezes com um tom didático e ilustrativo, como em livros que usam quadrinhos para explicar filosofia ou guias práticos para jovens leitores. Essa diversidade sugere um equilíbrio entre textos mais informativos e outros de natureza narrativa e poética, com ritmo que varia do fluido ao fragmentado, conforme o tema e público.
