
Título: Uma janela para o céu
Autor: Marina Machado
Sinopse: UM ROMANCE INTENSO E DIVERTIDO Julyana Barocci é o perfeito retrato da mulher contemporânea: ela é determinada, bem-sucedida e tem o emprego dos sonhos. Agora, aos 35 anos, percebe que conquistou tudo o que queria. Bem, quase tudo. Quando o assunto é relacionamentos, o retrato não é tão fiel assim. Em Uma janela para o céu, Julyana narra com bom humor suas aventuras e inseguranças na busca por seu par ideal. Com o súbito aparecimento de seu pai desconhecido, ela descobre os fatos que a fizeram se separar do único namorado a quem amou de verdade – e de quem ficou separada por vinte anos. Essa visitinha do passado veio para esclarecer questões mal-resolvidas ou para complicar a vida de Julyana de vez?
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Uma janela para o céu”, de Marina Machado, publicado pela editora Talentos da Literatura Brasileira, em 2017 e com 286 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Talentos da Literatura Brasileira
Páginas: 286
Ano: 2017
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8542810902
ISBN13: 9788542810905
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,285
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora Talentos da Literatura Brasileira apresentam uma diversidade de narrativas que transitam entre o fantástico, o realismo emocional e o suspense. O leitor pode esperar histórias que exploram desde universos distópicos e sobrenaturais até dramas humanos profundos, com personagens complexos que enfrentam dilemas existenciais, desafios pessoais e relações intensas. A escrita varia entre o ritmo acelerado de tramas de ação e mistério e passagens mais introspectivas e poéticas, que convidam à reflexão sobre temas como amor, perda, identidade e propósito. Essa variedade sugere um catálogo que valoriza tanto a imaginação quanto a sensibilidade, com obras que podem alternar entre o tom leve e o tom dramático, sempre com personagens que provocam identificação e questionamentos.
