
Título: Uma Mulher Chamada Guitarra
Autor: Vinicius de Moraes
Sinopse: Vinicius de Moraes (1913-1980) foi uma das presenças mais marcantes na cultura brasileira do século XX. Mais de trinta anos de sua morte, a importância do autor não para de crescer. Pudera: o carioca Vinicius foi um dos nossos grandes poetas modernistas, compositor - um dos pais do movimento conhecido como Bossa Nova, a partir do final dos anos 1950 - que criou canções até hoje conhecidas por brasileiros de todas as gerações, como “Garota de Ipanema”, cronista consagrado na imprensa, dramaturgo, amante da beleza, da mulher e da natureza. Nesta seleção de suas crônicas, Vinicius aparece por inteiro. A infância, suas memórias de um Rio de Janeiro bucólico e quase interiorano, a observação da passagem do tempo (e a inevitável presença da morte), a paixão pelos livros e pela língua portuguesa, o amor e a contemplação - bem-humorada - da vida cotidiana ocupam estas páginas. Tudo com delicadeza, humor e inteligência, em textos leves e divertidos.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Uma Mulher Chamada Guitarra”, de Vinicius de Moraes, publicado pela editora Boa Companhia, em 2013 e com 104 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Boa Companhia
Páginas: 104
Ano: 2013
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8565771083
ISBN13: 9788565771085
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,144
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 0,70
Sobre a editora
Os livros da editora Boa Companhia convidam o leitor a um mergulho na literatura brasileira e em sua diversidade de vozes, entre crônicas urbanas, contos e poesia. A experiência de leitura costuma ser marcada por narrativas que exploram tanto a intimidade das relações humanas quanto reflexões culturais e sociais, muitas vezes ambientadas em cenários nacionais reconhecíveis, como o Rio de Janeiro ou a Bahia. O tom varia do humor sutil à delicadeza lírica, com ritmo fluido e linguagem acessível, que privilegia a observação atenta do cotidiano e a sensibilidade para os detalhes. O catálogo sugere um equilíbrio entre obras mais narrativas, com personagens e enredos envolventes, e outras que se aproximam do ensaio ou da crônica, com um olhar crítico e poético sobre o Brasil e suas transformações.
