
Título: Uma mulher nao e um homem
Autor: Etaf Rum
Sinopse: Palestina, 1990. Isra, de dezessete anos, prefere ler livros a se encontrar com os pretendentes que seu pai escolheu para ela. Mas seus desejos são irrelevantes – em breve, a menina ingênua e sonhadora estará prometida, casada e morando no Brooklyn. Ali, Isra luta para se adaptar às expectativas de sua sogra opressiva, Fareeda, e de seu estranho novo marido, Adam. A pressão se intensifica quando ela começa a ter filhos – aliás, filhas, quatro! Brooklyn, 2008. Por insistência de sua avó, Deya, de dezoito anos, deve se reunir com seus pretendentes e se preparar para o casamento, embora seu único desejo seja ir para a faculdade. Sua avó é inflexível, pensa que a única maneira de garantir um futuro digno para Deya é através do casamento com o homem certo. Mas o destino tem vontade própria, e logo Deya se encontrará em um caminho inesperado, imerso por revelações que a forçarão a questionar tudo o que ela achava que sabia sobre sua família, o passado e seu próprio futuro. Uma mulher não é um homem é uma história que dá voz aos gritos reprimidos... É sobre a família e as formas como o silêncio e a vergonha podem destruir aqueles que juramos proteger.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Uma mulher nao e um homem”, de Etaf Rum, publicado pela editora Primavera, em 2019 e com 280 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Primavera
Páginas: 280
Ano: 2019
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8555781264
ISBN13: 9788555781261
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,400
- Altura (cm): 16,00
- Largura (cm): 23,00
- Espessura (cm): 2,20
Sobre a editora
Os livros da editora Primavera trazem leituras que transitam entre o relato pessoal e o engajamento social, com uma forte presença de vozes femininas e temas ligados à identidade, direitos e desafios contemporâneos. O catálogo apresenta obras que misturam narrativas de memórias e experiências reais, como histórias de superação e reflexões sobre gênero, com textos práticos que abordam o cotidiano profissional e emocional. O tom varia entre o direto e didático, em livros que orientam sobre networking ético, e o sensível, em relatos que desconstroem preconceitos e celebram a diversidade humana. Essa diversidade se manifesta também no ritmo: há desde relatos leves e bem-humorados até suspenses densos que exploram conflitos familiares e sociais. A Primavera parece privilegiar uma escrita que convida à empatia e à reflexão, com atenção especial às questões de gênero, inclusão e identidade.
