
Título: UMA PÁTRIA PARATODOS: CHICO BUARQUE E AS RAÍZES DO BRASIL
Autor: Heloisa Murgel Starling
Sinopse: O lançamento do disco Paratodos, em 1993, interrompe um jejum de cinco anos sem gravações de Chico Buarque. Após um intervalo dedicado à literatura, o compositor oferece ao seu público uma obra de plena maturidade artística e musical. Revisitando canções de antigos repertórios, atualizando questões que sempre estiveram presentes em sua obra ou compondo novos clássicos do cancioneiro popular, em Paratodos Chico Buarque nos fornece um retrato poético de sua trajetória. É justamente este retrato que Heloisa Maria Murgel Starling explora em Uma pátria Paratodos. Chico Buarque e as raízes do Brasil. Com uma abordagem que alia excelência e sensibilidade, a autora nos leva a um passeio pelo disco e pela obra do compositor, apontando confluências estéticas, ampliando ressonâncias narrativas e sugerindo possíveis desdobramentos das ideias, imagens e saberes presentes nas canções.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “UMA PÁTRIA PARATODOS: CHICO BUARQUE E AS RAÍZES DO BRASIL”, de Heloisa Murgel Starling, publicado pela editora LÍNGUA GERAL, em 2009 e com 99 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: LÍNGUA GERAL
Páginas: 99
Ano: 2009
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8560160558
ISBN13: 9788560160556
Sobre a editora
Os livros da editora Lingua Geral oferecem uma experiência de leitura marcada por uma combinação entre crítica social e experimentação linguística, frequentemente atravessada por humor e lirismo. As narrativas transitam entre o realismo e o fantástico, com contos que exploram tensões sociais por meio de uma linguagem que valoriza ritmo e sonoridade. O catálogo também inclui obras que dialogam com a história da língua portuguesa e retratos de personagens em contextos culturais diversos, do Brasil à África, com olhares que mesclam o íntimo e o coletivo. Há espaço para textos que abordam desde a poesia da vida cotidiana até romances que exploram identidades e relações afetivas, sempre com um tom que pode ser tanto melancólico quanto irônico.
