
Título: Uma Universidade Para o Ceará
Autor: Antônio Martins Filho
Sinopse: A Universidade do Ceará foi instituída pela Lei n° 2.373, de 16 de dezembro de 1954, sancionada pelo presidente Café Filho. Nomeado Reitor, em 18 de maio de 1955, Antônio Martins Filho instalou oficialmente a Universidade em 25 de junho de 1955, em solenidade memorável que teve como palco o Teatro José de Alencar. A Universidade do Ceará, posteriormente transformada, na década de 60, em Universidade Federal do Ceará, é criação contemporânea à maior parte das universidades mantidas pela União, nos diversos estados da Federação. Estes heróicos 50 anos guardam, na memória dos cearenses e na de algumas gerações de universitários, sucessora e, ao mesmo tempo, contemporâneas, a lembrança de amargas vicissitudes, de gestos exemplares de desprendimento e grandeza, de sacrifícios e renúncias, de resistências inabaláveis às imposições do arbítrio das instâncias da força e de muito trabalho e dedicação a ideais que perduram em todos os corações.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Uma Universidade Para o Ceará”, de Antônio Martins Filho, publicado pela editora Imprensa Universitaria, em 2004 e com 123 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Imprensa Universitaria
Páginas: 123
Ano: 2004
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora imprensa universitária trazem uma experiência de leitura que combina reflexões profundas com narrativas que transitam entre o oral e o escrito. O catálogo privilegia obras que exploram a linguagem poética, o ensaio crítico e a história regional, muitas vezes com foco no Ceará e suas expressões culturais. A presença de textos que mesclam poesia com prosa e ensaios indica um interesse por formas híbridas e por abordagens que dialogam com a tradição literária e a historiografia local. O tom das obras varia entre o contemplativo e o analítico, com ritmo que pode ser tanto meditativo quanto mais direto, dependendo do tema abordado.
