
Título: Un atlas de l'impossible
Autor: Anuradha ROY
Sinopse: En 1907, séduit par la tranquillité des hauts-plateaux, Amulya décide de quitter la touffeur de Calcutta et d'établir sa fabrique de plantes médicinales dans un ancien lieu de pèlerinage bouddhique devenu colonie britannique. Sa femme souffre en silence de cette nouvelle vie solitaire, confinée dans l'isolement involontaire du lieu et de la langue. Après le mariage de ses deux fils, elle est frappée d'étranges symptômes qui l'assignent à résidence. Elle contemple alors l'existence de derrière une fenêtre, sans n'avoir plus de prise sur les drames qui se jouent, les liens qui se nouent et se dénouent autour d'elle. Cette saga familiale, déployée sur trois générations, reflète l'histoire de l'Inde, de la colonisation à l'Indépendance, et célèbre la force des relations individuelles entre les hommes par-delà les castes, les religions, les générations et les sexes.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Un atlas de l’impossible”, de Anuradha ROY, publicado pela editora Actes sud, em 2020 e com 464 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Actes sud
Páginas: 464
Ano: 2020
Edição:
Linguagem: francês
ISBN: 2330134290
ISBN13: 9782330134297
Sobre a editora
Os livros da editora ACTES SUD apresentam uma experiência de leitura marcada por narrativas que exploram conflitos humanos profundos e contextos sociais variados, desde mistérios policiais em pequenas comunidades até reflexões sobre identidade e memória histórica. O catálogo revela uma predileção por histórias que desvendam as múltiplas camadas das relações pessoais e coletivas, muitas vezes com um tom introspectivo e um ritmo que alterna entre a tensão crescente e momentos de delicadeza. Há obras que se apoiam em ambientes geográficos específicos, como cidades ou regiões culturais, enquanto outras adotam formatos mais experimentais, como livros pop-up de luxo ou ensaios que dialogam com as artes e o corpo. Essa diversidade sugere um equilíbrio entre narrativas mais narrativas e outras de cunho mais informativo ou ensaístico, oferecendo ao leitor uma gama de abordagens para temas contemporâneos e históricos.
