
Título: Un Jour Tu Verras...
Autor: Mary Higgins Clark
Sinopse: Meghan n'en croit pas ses yeux : là, dans ce service d'urgences hospitalières, la jeune fille qu'on vient d'amener, victime d'une grave agression, lui ressemble trait pour trait, comme une jumelle. Mais ce n'est là que la première des énigmes que la jeune femme, avocate reconvertie dans le journalisme, va devoir affronter. Un père disparu dans un mystérieux accident. Une clinique spécialisée dans la fécondation in vitro et l'élaboration de clones humains. L'ombre d'un « serial killer »... On ne résume pas ce roman, dont la critique a été unanime à saluer le brio époustouflant. Des surprises jusqu'au bout, un suspense sans faiblesse : jamais la romancière de La Nuit du renard, Grand Prix de littéra-ture policière 1980, n'a fait preuve d'une telle science de l'intrigue et de l'angoisse.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Un Jour Tu Verras…”, de Mary Higgins Clark, publicado pela editora Le Livre de Poche, em 1996 e com 320 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Le Livre de Poche
Páginas: 320
Ano: 1996
Edição:
Linguagem: francês
ISBN: 2253076597
ISBN13: 9782253076599
Sobre a editora
Os livros da editora LE LIVRE DE POCHE convidam o leitor a mergulhar em narrativas densas e multifacetadas, onde o drama humano se entrelaça com reflexões existenciais e contextos históricos variados. A experiência de leitura frequentemente envolve personagens em crises profundas, como jovens enfrentando a perda da inocência, sociedades à beira do colapso ou indivíduos confrontados com dilemas morais e afetivos complexos. O tom oscila entre o melancólico e o esperançoso, com histórias que exploram tanto o íntimo quanto o coletivo, em ambientes que vão de cenários históricos detalhados a futuros distópicos. Esse equilíbrio entre o narrativo e o filosófico, presente nas sinopses, sugere um catálogo que valoriza tramas que provocam o pensamento sem abrir mão da intensidade emocional.
