
Título: Une mort qui vaut la peine
Autor: Donald Ray Pollock
Sinopse: Après Le Diable, tout le temps, couronné par de nombreux prix, Donald Ray Pollock revient avec une fresque grinçante à l'humour très noir. 1917. Quelque part entre la Géorgie et l'Alabama. Le vieux Jewett, veuf et récemment exproprié de sa ferme, mène une existence de misère avec ses fils Cane, Cob et Chimney, à qui il promet le paradis en échange de leur labeur. A sa mort, inspirés par le héros d'un roman à quatre sous, les trois frères enfourchent leurs chevaux, décidés à troquer leur condition d'ouvriers agricoles contre celle de braqueurs de banque. Mais rien ne se passe comme prévu et ils se retrouvent avec toute la région lancée à leurs trousses. Et si la belle vie à laquelle ils aspiraient tant se révélait pire que l'enfer auquel ils viennent d'échapper ? Fidèle au sens du grotesque sudiste de Flannery O'Connor, avec une bonne dose de violence à la Sam Peckinpah mâtiné de Tarantino, cette odyssée sauvage confirme le talent hors norme de Donald Ray Pollock.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Une mort qui vaut la peine”, de Donald Ray Pollock, publicado pela editora Albin Michel Littérature, em 2016 e com 576 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Albin Michel Littérature
Páginas: 576
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 9782226322807
ISBN13: 9782226322807
Sobre a editora
Os livros da editora Albin Michel Littérature oferecem uma experiência de leitura marcada por personagens complexos e tramas que exploram conflitos internos e sociais, muitas vezes com um tom que varia entre o suspense e a reflexão profunda. O catálogo reúne narrativas que transitam entre o drama psicológico, o mistério investigativo e o ensaio crítico, com histórias ambientadas em contextos que vão do cotidiano contemporâneo a cenários históricos ou até mesmo distopias. Em alguns casos, o ritmo é tenso e envolvente, como em tramas policiais ou de suspense, enquanto em outros predomina um tom mais contemplativo e filosófico, convidando o leitor à introspecção. Essa diversidade sugere uma editora que privilegia a densidade emocional e a complexidade temática, sem se prender a um único gênero ou estilo.
