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Unto This Last

Título: Unto This Last

Autor: John Ruskin

Sinopse: "Unto This Last" is an essay on economy by John Ruskin, first published in December 1860 in the monthly journal Cornhill Magazine in four articles. Ruskin says himself that these articles were "very violently criticized", forcing the publisher to stop the publication after four months. Subscribers sent protest letters. But Ruskin countered the attack and published the four articles in a book in May 1862. The "last" are the eleventh hour labourers, who are paid as if they had worked the entire day. Rather than discuss the religious meaning of the parable, whereby the eleventh hour labourers would be death-bed converts, or the peoples of the world who come late to religion, Ruskin looks at the social and economic implications, discussing issues such as who should receive a living wage. This essay is very critical of capitalist economists of the 18th and 19th centuries. In this sense, Ruskin is a precursor of social economy. Because the essay also attacks the destructive effects of industrialism upon the natural world, some historians have seen it as anticipating the Green Movement. (Fonte: Wikipedia)

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Unto This Last”, de John Ruskin, publicado pela editora Lighting Source, em 2007 e com 116 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Lighting Source

Páginas: 116

Ano: 2007

Edição:

Linguagem: inglês

ISBN: 1599868059

ISBN13: 9781599868059

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de John Ruskin oferece um mergulho denso e multifacetado, onde a paixão estética se mistura a um olhar crítico sobre a sociedade e a natureza. A prosa pode oscilar entre o lírico e o moralista, com momentos de contemplação detalhada, especialmente na descrição de arquitetura e paisagens urbanas, e outros de crítica incisiva às transformações sociais da industrialização. Essa tensão entre a beleza e a denúncia cria uma experiência que desafia o leitor a pensar sobre o papel da arte, da preservação e da justiça social. A narrativa é marcada por um ritmo que alterna entre o ensaio reflexivo e a fábula, com um tom que ora é austero, ora carregado de um romantismo quase melancólico. Em meio a essa complexidade, os livros de John Ruskin convidam a uma reflexão sobre a memória cultural e o valor das tradições diante das mudanças aceleradas.

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