
Título: Utensílios-para-a-dor
Autor: Carrascoza Anzanello
Sinopse: Com estes contos-utensílios, Carrascoza inicia uma nova aventura pelas veredas do conto, depois de se consagrar como autor de narrativas breves de dimensão canônica (que reluzem na escrita solitária ou acompanhadas por fotografias), histórias curtas, mini-contos e até relatos de uma linha só. Agora, oferece ao leitor contos nos quais as palavras compostas, para além da hifenização, atuam como forças motrizes das tramas e desafiam as divisas do gênero. O engenho metafísico de alguns enredos se soma à conhecida ficção comovente do autor – lá estão os pais, os filhos, os avós, os amores perdidos, os seres humanos, enfim, arremessados com seus sonhos na sólida realidade –, sublinhando um novo traço estilístico em sua obra. Utensílios-para-a-dor nos mostra, assim, o quanto o conto, aberto a experimentações, é fecundo e fascinante quando encontra, como nas páginas desta obra, alta voltagem literária. Livro-surpreendente de um dos mais-líricos escritores-brasileiros-contemporâneos.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Utensílios-para-a-dor”, de Carrascoza Anzanello, publicado pela editora Editora Faria e Silva, em 2020 e com 96 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Editora Faria e Silva
Páginas: 96
Ano: 2020
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6599114903
ISBN13: 9786599114908
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,150
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Faria e Silva apresentam um olhar atento às nuances da experiência humana, frequentemente exploradas por meio de narrativas curtas e densas. A ironia e o questionamento existencial aparecem como marcas constantes, especialmente em contos que desvendam o estranho no cotidiano e o transcendente no trivial. O catálogo privilegia histórias que transitam entre o íntimo e o social, com personagens que enfrentam dilemas como o envelhecimento, o amor conflituoso, a memória e a solidão, em cenários ora urbanos, ora atravessados por questões históricas ou políticas. A linguagem tende a ser ágil, com ritmo que conduz o leitor a finais que surpreendem, por vezes com violência simbólica, mas sempre coerentes com o enredo. Há obras que dialogam com a cultura africana de língua portuguesa, ampliando o espectro cultural da editora.
