
Título: Vagabundagens
Autor: Isabelle Eberhardt
Sinopse: “Um direito que poucos intelectuais se preocupam em reivindicar é o direito à errância, à vagabundagem.” Sobre a autora: Isabelle Eberhardt nasceu em Genebra a 17 de fevereiro de 1877, filha ilegítima de Nathalie de Moerder, nascida Eberhardt, aristocrata russa de origem alemã, e de Alexandre Trophimowsky, anarquista armênio, preceptor dos irmãos de Isabelle. Desde cedo, manifesta suas três grandes paixões: a escrita, a viagem, a liberdade. Aos vinte anos, vai para o norte da África pela primeira vez. A partir de então, adota o deserto como pátria, viaja pelo Saara e chega a se converter ao islamismo. Mas não se submete. Veste-se como homem, publica em jornais sob pseudônimo masculino (Mahmoud Saadi), luta contra o colonialismo. Morre em 1904, na enxurrada de um Oued, em Ain Sefra. Em sua lápide está escrito: Isabelle Eberhardt, escritora, Mahmoud Saadi, aventureira mística do Saara. Acabamento: Brochura. Peso: 280g. Dimensões: 20.4 x 12 x 0.1.
Contexto da obra
Dentro do catálogo, este livro pode ser situado a partir do tema, da autoria e da proposta editorial. “Vagabundagens”, de Isabelle Eberhardt, publicado pela editora Cultura e Barbarie, em 2015 e com 180 páginas, integra a categoria Poesia - Estrangeira. Esse enquadramento pode tornar mais clara a proposta do livro e o tipo de interesse que ele costuma despertar.
Editora: Cultura e Barbarie
Páginas: 180
Ano: 2015
Edição: 1ª EDIÇÃO
Linguagem: Português
ISBN:
ISBN13: 9788563003270
Sobre a editora
Os livros da editora Cultura e Barbárie costumam oferecer uma experiência de leitura que desafia o leitor a navegar entre filosofia, sociologia e literatura com densidade conceitual. As obras frequentemente exploram temas complexos como a relação entre animalidade e humanidade, a crítica das tradições políticas e culturais, e reflexões profundas sobre linguagem, loucura e história. O tom varia entre o rigor acadêmico e a prosa fragmentária, com textos que ora se aproximam da fábula ou do thriller conceitual, ora da análise crítica detalhada. O catálogo sugere um público interessado em pensar a cultura a partir de perspectivas filosóficas e históricas, em narrativas que não se prendem a linearidades fáceis, mas que convidam à reflexão e ao debate.
