
Título: Vagalumes e Parasitas
Autor: Cynthia Ozick
Sinopse: Na década de 1930, antes da eclosão da Segunda Guerra, os Estados Unidos vivem um período de inundação estrangeira. Centenas de famílias oriundas da Europa aportam no Novo Mundo, transformando-se do dia para a noite em refugiados. Rose, uma jovem órfã, tão desamparada que chega a se sentir uma estrangeira em seu próprio país, adentra a realidade ambígua desses refugiados ao começar a trabalhar para um casal de estudiosos judeus que escapara, com seus cinco filhos, da Alemanha nazista. Arrancados da elite de Berlim, os Mitwisser agora vivem precária e caoticamente numa estranha casa situada num recanto pantanoso do Bronx. De onde viria o dinheiro para a sobrevivência daquela numerosa família, já que nenhum deles trabalhava? Como Rose acabará descobrindo, o insólito "patrocinador" dos Mitwisser atende pelo curioso apelido de Menino Urso. Inspirado no verdadeiro Christopher Robin, filho do autor de livros infantis A. A. Milne, o Menino Urso, apesar de milionário, é também uma espécie de refugiado: foge da ficção e da fama que o aprisionaram numa infância idealizada.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Vagalumes e Parasitas”, de Cynthia Ozick, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2005 e com 456 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 456
Ano: 2005
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8535907378
ISBN13: 9788535907377
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,545
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 2,10
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
