
Título: Valleys of Death
Autor: Bill Richardson
Sinopse: "Richardson never pulls his punches in these vivid descriptions." --Publishers Weekly Caught in the Chinese counterattack at Unsan-one of the deadliest American battles of the Cold War Era-Colonel Bill Richardson led an Alamo like defense of the few survivors before being taken prisoner. The North Koreans marched them through sub-zero weather without food, shelter, or medical attention to the area known as Death Valley. Enduring torture designed to break the mind and body, Richardson remained strong enough to lead his fellow prisoners in resistance, sabotage, and new plans for escape. Valleys of Death is a stirring story of survival and determination, an intimate look at the soldiers who fought America's first battle of the cold war in the unvarnished words of one of their own.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Valleys of Death”, de Bill Richardson, publicado pela editora Penguin, em 2010 e com 238 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Penguin
Páginas: 238
Ano: 2010
Edição:
Linguagem: English
ISBN: 1101475145
ISBN13: 9781101475140
Sobre a editora
Os livros da editora Penguin oferecem uma experiência de leitura que mescla narrativas envolventes e textos densos, com temas que transitam entre suspense, filosofia, história e literatura clássica. O catálogo apresenta desde thrillers contemporâneos com tramas policiais e conspirações até reflexões existenciais e guias práticos, como manuais de sobrevivência e técnicas culinárias. Essa diversidade sugere um equilíbrio entre histórias narrativas e obras mais informativas ou ensaísticas, com um tom que pode variar do tenso e misterioso ao didático e contemplativo. A linguagem frequentemente privilegia personagens complexos e conflitos profundos, enquanto o ritmo pode oscilar entre o acelerado das tramas de suspense e o mais pausado das obras clássicas e filosóficas.
