
Título: Valsa Negra
Autor: Patrícia Melo
Sinopse: O ódio é indistinguível do amor - o verso de Catulo escolhido como epígrafe desta Valsa Negra já sugere a clave em que o romance deve ser lido: a do ciúme e da obsessão amorosa. Com uma trama ambientada no mundo da cultura erudita, Patrícia Melo abre novos caminhos em seu universo narrativo, enfocando a conturbada relação entre um maestro de prestígio e uma jovem violinista. Gustav Mahler, judaísmo, amores frustrados, muito sexo, psicanálise, crise no Oriente Médio, miséria existencial, a vida em São Paulo, os bastidores de uma orquestra e ímpetos suicidas - a matéria de que Valsa Negra se compõe é a própria polifonia da vida contemporânea, ressoando em seus detalhes mais estridentes e dissonantes. Nas mãos de Patrícia Melo, o romance se converte num espaço de cumplicidade e desvario, em que arte e paranóia fazem um pacto perverso para transformar um homem em vítima de si mesmo.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Valsa Negra”, de Patrícia Melo, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2003 e com 244 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 244
Ano: 2003
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8535903550
ISBN13: 9788535903553
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
