
Título: Vamos fugir?
Autor: Carolyna Borges
Sinopse: No ritmo constante da autorreflexão, "Vamos fugir?" nos convida a uma jornada de descobertas sobre o caráter do amor verdadeiro. Carolyna Borges expõe a forma como as relações afetivas caminham pelos labirintos internos de quem vive entre o de- sejo de ser compreendido e o medo de se despir por completo, através de versos espontâneos e fiéis à sua intimidade. Cada um dos sete segmentos que compõem o livro constrói imagens complexas sobre a solidão, a busca por afeto e a própria identidade no emaranhado dos relacionamentos. Ao mesmo tempo, os poemas con- templam as contradições e vulnerabilidades humanas na tentativa de criar personagens para sobreviver a um mundo carregado de expectativas da perfeição. Com toda a sua sensibilidade, a autora sinaliza em cada verso uma tentativa de cura, um pedido por conexões verdadeiras e um tributo ao amor e suas manifestações aguçadas. "Vamos fugir?" é uma obra poética que se comuni- cará com quem já experimentou a dor de se perder para encontrar o outro, e a alegria de se reencontrar na liberdade de ser.
Contexto da obra
Na poesia, um livro como este costuma pedir um olhar mais atento para linguagem, ritmo e imagem. “Vamos fugir?”, de Carolyna Borges, publicado pela editora Letramento, em 2024 e com 125 páginas, integra a categoria Livros de Poesia. Na prática, a força do livro muitas vezes aparece no modo como ele faz a linguagem trabalhar.
Editora: Letramento
Páginas: 125
Ano: 2024
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 6559325512
ISBN13: 9786559325511
Sobre a editora
Os livros da editora LETRAMENTO trazem narrativas e estudos que exploram temas sociais urgentes e pessoais com uma linguagem acessível e, por vezes, poética. O catálogo revela um interesse por histórias que dialogam com a realidade brasileira, abordando desde a violência e exclusão até processos de cura e esperança. Há obras que investigam a experiência humana em suas múltiplas dimensões — como a infância, a adolescência, o amor e a solidão —, além de textos que refletem sobre o direito, a cultura e a memória. O tom varia entre o sensível e o crítico, com ritmo que ora convida à reflexão, ora envolve o leitor em tensão e emoção.
