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Van Gogh. O Suicida da Sociedade

Título: Van Gogh. O Suicida da Sociedade

Autor: ANTONIN ARTAUD

Sinopse: Antonin Artaud (1896-1948)Diretor teatral francês, criador do conceito do Teatro da Crueldade e uma das grandes influências internacionais no teatro experimental, Artaud foi um dos fundadores do Teatro Alfred Jarry, em Paris, onde encenou suas obras. Ele acreditava que, através da encenação de suas peças segundo suas teorias, estaria violando os sentidos dos espectadores e, desta forma, levando-os a uma espécie de estado pré-civilizado, em que o drama humano mais primitivo é desnudado tal qual os sentimentos primários da própria platéia são extravasados pelo desnudamento do inconsciente. Durante vários períodos de sua vida, Artaud sofreu de uma série de enfermidades físicas e mentais. Aos 24 anos, começou a tomar tintura de ópio para aliviar dores de cabeça. Foi internado diversas vezes. Apenas após sua morte, seus conceitos foram largamente empregados, tendo influenciado ou mesmo originado algumas escolas teatrais experimentalistas e toda uma geração de diretores e atores. Artaud escreveu peças teatrais, poemas, ensaios e cartas (seu meio de expressão preferido), questionou e subverteu a noção de loucura em seus textos, como em Van Gogh, o suicida da sociedade. Van GoghO suicida da sociedadeNos 150 anos de nascimento de Van Gogh, a Editora José Olympio presta uma homenagem ao pintor e lança Van Gogh, o suicida da sociedade. Publicado em 1947, alguns meses antes da morte de Antonin Artaud, o livro foi acolhido com elogios pela crítica e recebeu o prêmio Sainte-Beuve de ensaios, em janeiro de 1948. A pedido do amigo e marchand Pierre Loeb e em seguida à leitura de um artigo do doutor Beer, no qual ele revelava ter descoberto no pintor uma esquizofrenia do tipo degenerado', Artaud visita a exposição de Van Gogh no museu L'Orangerie. Ele escreve, então, o primeiro esboço do que se constituiria o seu Van Gogh.Artaud é enfático: 'Não, Van Gogh não era louco

Contexto da obra

Na área de Artes, livros como este costumam interessar pelo repertório visual e pela reflexão estética. “Van Gogh. O Suicida da Sociedade”, de ANTONIN ARTAUD, publicado pela editora Jose Olympio, em 2003 e com 104 páginas, integra a categoria Livros de Artes. Esse contexto costuma ser útil para perceber como o livro pode ampliar olhar e sensibilidade.

Editora: Jose Olympio

Páginas: 104

Ano: 2003

Edição: 1

Linguagem: PORTUGUES

ISBN: 8503007290

ISBN13: 9788503007290

  • Encadernação: BROCHURA
  • Peso (kg): 0,300
  • Altura (cm): 18,00
  • Largura (cm): 12,00
  • Espessura (cm): 0,60

Sobre o autor

A leitura dos livros de Antonin Artaud é uma imersão intensa em um universo onde o corpo e a palavra se confrontam em tensões extremas. Sua prosa, ora poética e visceral, ora cortante e direta, cria imagens que parecem rasgar o tecido da realidade para expor verdades desconfortáveis. O ritmo varia entre momentos de fluxo quase hipnótico e explosões dramáticas, mantendo o leitor em um estado de inquietação constante. Artaud explora a loucura, a dor e a revolução interior com uma linguagem que não busca conforto, mas sim uma experiência crua e transformadora. A força de seus textos reside na capacidade de desestabilizar, provocando perguntas sobre a relação entre sociedade, sanidade e expressão artística, sempre com um olhar que atravessa o corpo e a mente.

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Sobre a editora

Os livros da editora José Olympio costumam oferecer uma experiência de leitura que alia profundidade histórica e literária a narrativas que exploram a formação pessoal e social dos personagens. O catálogo apresenta obras que transitam entre o romance de formação, biografias detalhadas e análises culturais, muitas vezes ambientadas em contextos históricos marcantes, como o Brasil rural e urbano do século XX ou a Europa em períodos de transformação. A linguagem varia do mais narrativo, com atenção à psicologia dos personagens, ao mais informativo, com textos que dialogam com a crítica literária e a pesquisa acadêmica. Essa diversidade sugere um público interessado tanto em ficção com densidade social quanto em estudos literários e históricos.

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