
Título: Vencedor Est‡ Morto, O
Autor: Bernardo Almeida
Sinopse: Em O Vencedor está morto, o autor baiano Bernardo Almeida apresenta três contos em que Salvador é um espaço contraditório e violento, sem no entanto negar ou excluir a alegria a alegria cínica do baiano, pelo qual o povo baiano consegue manter o bom humor e o amor pela sua terra. Bernardo Almeida nasceu em Salvador, em 1981. É escritor, artista digital, roteirista, cartunista e compositor. Publicou os livros Achados e perdidos (2005), Crimes noturnos (2006), Enquanto espero o amanhã passar (2009 ) e LONA (2011). Participou de diversas antologias e coletâneas no Brasil e Europa. Tem poemas traduzidos e publicados na França e na Croácia.
Contexto da obra
Na área de Antiguidades e Colecionáveis, livros como este costumam interessar pelo valor de consulta e repertório. “Vencedor Est‡ Morto, O”, de Bernardo Almeida, publicado pela editora CONFRARIA DO VENTO EDITORA, em 2013 e com 91 páginas, integra a categoria Livros de Antiguidades e Colecionáveis. Na prática, isso ajuda a situar o livro entre consulta, memória material e repertório especializado.
Editora: CONFRARIA DO VENTO EDITORA
Páginas: 91
Ano: 2013
Edição: Literatura Brasileira
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8560676759
ISBN13: 9788560676750
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,080
- Altura (cm): 18,00
- Largura (cm): 12,00
- Espessura (cm): 10,00
Sobre a editora
Os livros da editora CONFRARIA DO VENTO EDITORA apresentam uma escrita que explora a complexidade das emoções humanas, frequentemente atravessada por temas como a dor, a memória e a busca por sentido. A narrativa oscila entre o realismo cru e o fantástico perturbador, criando atmosferas densas e inquietantes, onde personagens lidam com conflitos internos e externos que desafiam a estabilidade do cotidiano. O catálogo privilegia textos que mesclam poesia e prosa, às vezes com um tom visceral e outras vezes com uma delicadeza reflexiva, sempre mantendo uma linguagem precisa e envolvente. Há uma atenção especial para a dimensão existencial e política das obras, que frequentemente dialogam com questões urbanas, sociais e filosóficas, sem perder a força da experiência individual.
