
Título: Vencer os Medos
Autor: Luc Ferry
Sinopse: O autor apresenta uma reflexão sobre o que a filosofia pode nos dar em termos de sabedoria prática, sobre os tempos fortes que marcaram sua história. Desenvolve e aprofunda a idéia de que as grandes filosofias são, essencialmente, doutrinas da salvação sem Deus, tentativas de nos salvar dos medos que nos impedem de alcançar uma vida boa, sem ajuda da fé ou recurso a um Ser supremo. Neste livro, Luc Ferry procura explicitar a perspectiva filosófica a partir da qual narra e de certo modo se apropria de sua história. O humanismo pós-nietzschiano é o principal fio condutor deste texto – o que permitirá ao leitor situar-se mais facilmente. A segunda parte pertence a um gênero antigo: o das ‘respostas às objeções’. Ao responder, o autor define melhor e aprofunda a perspectiva filosófica esboçada em seu livro Aprender a viver. Por fim, na terceira parte, são apresentadas na forma de pequenas exposições, algumas das idéias que Luc Ferry aconselharia qualquer um a levar, como se diz, para uma ilha deserta.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Vencer os Medos”, de Luc Ferry, publicado pela editora Martins Fontes, em 2008 e com 228 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Martins Fontes
Páginas: 228
Ano: 2008
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8578270193
ISBN13: 9788578270193
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora Martins Fontes revela uma inclinação por obras que exploram o pensamento filosófico e reflexivo, muitas vezes com um tom didático e aprofundado. O catálogo privilegia textos que abordam desde a filosofia clássica e contemporânea até temas como lógica, metafísica e ética, apresentando discussões que vão do abstrato ao cotidiano. Também há espaço para narrativas que dialogam com a cultura, a história e as artes, incluindo adaptações literárias e análises que convidam o leitor a um mergulho intelectual. O ritmo das obras tende a ser contemplativo, com linguagem clara, mas que exige atenção, e o público parece ser leitor interessado em compreender ideias complexas e contextos culturais amplos.
