
Título: Viagem a Kiribati
Autor: Erich von Däniken
Sinopse: Convido os leitores antigos e os novos a me acompanhar em algumas viagens. Descobrirão muitas novidades, e saberão das dificuldades encontradas por um "pesquisador diletante" nas suas viagens pelo mundo. Que segredos espantosos nos reservam as dezesseis ilhas de Kiribati, na Oceania? Qual a origem do círculo árido que há numa dessas ilhas e que traz a morte para os que nele penetram? O que significam os megálitos de Stonehenge? Quais as revelações trazidas pelas pesquisas acerca do magnetismo do ser humano? Houve mesmo uma explosão atômica há mais de quatro mil anos? Como interpretar os manuscritos da Índia antiga que se referem a aparelhos voadores? Quem teria construído os monumentos de Puma-Punkú, no planalto boliviano? Respondendo a essas e outras questões, contando suas descobertas e decepções, Erich von Däniken esclarece, em Viagem a Kiribat, uma série de fatos que ainda não tinham encontrado uma explicação convincente.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Viagem a Kiribati”, de Erich von Däniken, publicado pela editora Círculo do Livro, em 1981 e com 293 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Círculo do Livro
Páginas: 293
Ano: 1981
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Círculo do Livro costumam explorar narrativas que transitam entre o romance histórico e o drama humano, frequentemente ambientados em contextos marcados por conflitos sociais ou políticos. A experiência de leitura é marcada por personagens complexos e enredos que misturam tensão, paixão e dilemas morais, com uma linguagem que pode variar do lírico ao direto, dependendo do tom da obra. O catálogo sugere uma atenção especial a histórias que envolvem intrigas, revoluções, e questões de identidade cultural, mas também inclui obras com abordagem mais reflexiva e analítica, como relatos históricos e ensaios. Há uma convivência entre textos mais narrativos e outros que se aproximam do documentário ou do estudo, o que amplia o espectro para leitores que buscam tanto entretenimento quanto reflexão.
