
Título: Viagem Pelo Brasil - Vol. 2: 1817-1820
Autor: Spix
Sinopse: Entre as obras de viajantes estrangeiros que percorreram o Brasil colonial, o livro deixado por Spix e Martius goza de reputação especial em face de seus atributos como narrativa de viagem, como inventário científico da Natureza local e como depoimento fiel, colorido e vivo, sobre o homem da época e sua complexa atividade social, econômica, cultural e política. Trata-se, pois, de uma das maiores contribuições ao conhecimento do Brasil dos príncipios do séc. XIX, com os valores culturais do séc. XVIII e já às vésperas da Independência. Na viagem, que durou três anos e meio, o botânico Martius e o zoólogo Spix, não obstante sua missão estritamente científica, deixaram-se fascinar pela sociedade brasileira, na sua aventura de criar uma nação nos trópicos baseada na multiplicidade de raças e na tolerância cultural de suas correntes tributárias. É importante salientar a contribuição iconográfica dos autores, com desenhos originais de situações, paisagens, elementos humanos, que elucidam passagens do texto, assim como peças musicais recolhidas entre os indígenas, principalmente indígenas remadores da Amazônia. Por tudo isso, Viagem pelo Brasil é considerado leitura obrigatória para quem pretende conhecer o Brasil.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Viagem Pelo Brasil – Vol. 2: 1817-1820”, de Spix, publicado pela editora Villa Rica, em 1981 e com 270 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Villa Rica
Páginas: 270
Ano: 1981
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Villa Rica convidam o leitor a navegar entre mundos que vão do imaginário infantil às reflexões filosóficas profundas, com narrativas que combinam simplicidade e densidade. Em seu catálogo, é possível encontrar histórias que evocam mitos e contos tradicionais, como encantos e aventuras infantojuvenis, ao lado de obras que exploram a condição humana em diálogo com o passado e o futuro. A leitura desses livros alterna entre o ritmo suave e poético e a tensão de enredos históricos ou de sobrevivência, criando um contraste que enriquece a experiência. A Villa Rica parece valorizar tanto o aspecto lúdico da literatura quanto o seu potencial para provocar questionamentos, sempre com uma linguagem acessível e, por vezes, didática.
