
Título: Vida A Granel
Autor: César Magalhães Borges
Sinopse: Quem diria que, em meio a cebolas, abacaxis, caixas de sabão em pó, corredores repletos de coisas inanimadas, encontraríamos tanta vida, teríamos o despertar da saudade e, do fundo de nossas memórias, os momentos felizes, as histórias de superação, abundância, perrengues financeiros, os encontros e desencontros. Somente um poeta-cronista como César Magalhães Borges, um artista, para materializar tal feito. “Vida a granel” é um livro, como o próprio autor diz: sem data de validade. É daqueles raros que nos proporcionam um momento de respiro, com crônicas sensíveis, bem-humoradas e espirituosas. Embora retrate o cotidiano, retira-nos da rotina e nos dá aquela sensação prazerosa de querer ir logo à próxima crônica para se encontrar, se emocionar ou se divertir, e, quem diria, em um supermercado.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Vida A Granel”, de César Magalhães Borges, publicado pela editora Editora Reformatório, em 2019 e com 96 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Editora Reformatório
Páginas: 96
Ano: 2019
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8566887654
ISBN13: 9788566887655
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,220
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora EDITORA REFORMATORIO convidam a uma imersão em narrativas densas, que exploram conflitos humanos profundos e dilemas existenciais. A experiência de leitura frequentemente traz personagens marcados por solidão, opressão social ou familiar, e uma busca intensa por sentido, muitas vezes ambientada em cenários que vão do urbano contemporâneo a comunidades rurais ou históricas. O tom das obras varia entre o poético e o cru, com histórias que transitam entre o realismo psicológico e a reflexão sobre temas como morte, memória, identidade e poder. O catálogo revela uma preferência por narrativas que desafiam o leitor a confrontar a complexidade das relações humanas e a fragilidade das certezas cotidianas.
