
Título: Vidas Paralelas Alcibíades e Coriolano
Autor: Plutarco
Sinopse: Nascido das mais ilustres famílias atenienses em 451 a. C., dotado de inteligência, beleza, capacidade de sedução e dotes oratórios, além de um sentido estratégico apurado, Alcibíades veio a morrer, fora da pátria e acossado por várias facções, em 404 a. C. Quanto ao enredo que dá forma à história de Coriolano, é supostamente passado em 493 a.C. Gaio Márcio é um general romano que se opõe às reformas que, em Roma, tentam favorecer a plebe. Márcio acaba por ser banido da sua própria cidade, para se aliar aos Volscos, povo inimigo da Urbe.Ao pôr em paralelo o percurso biográfico de Alcibíades e de Coriolano, Plutarco escolheu duas figuras de contextos históricos não muito similares. Alcibíades pertence ao contexto de uma democracia em crise, numa Hélade em vésperas de se lançar na Guerra do Peloponeso. Coriolano pertence aos primórdios da República romana. Se a figura do primeiro tem contornos históricos nítidos, a do segundo debate-se entre a História e os contornos lendários.
Contexto da obra
Na Filosofia, obras como esta costumam ganhar força pela densidade das ideias e pelo tipo de reflexão que propõem. “Vidas Paralelas Alcibíades e Coriolano”, de Plutarco, publicado pela editora Annablume Editora e com 208 páginas, integra a categoria Livros de Filosofia. Por isso, o contexto da obra costuma dizer bastante sobre a maneira mais produtiva de lê-la.
Editora: Annablume Editora
Páginas: 208
Ano:
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8564608014
ISBN13: 9788564608016
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,300
- Altura (cm): 19,00
- Largura (cm): 12,00
- Espessura (cm): 1,50
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora Annablume Editora revela um compromisso com obras que exploram temas sociais, políticos e culturais a partir de abordagens analíticas e interdisciplinares. O catálogo privilegia textos densos, que discutem questões como cidadania, políticas públicas, relações sociais contemporâneas e história, frequentemente com foco em contextos brasileiros e latino-americanos. A linguagem tende a ser acadêmica, mas acessível, e o ritmo da leitura exige atenção para acompanhar reflexões que dialogam com ciências sociais, filosofia e estudos culturais. Em muitos casos, os livros propõem debates críticos sobre transformações sociais, identidades e processos históricos, com um tom que combina rigor teórico e preocupação com questões atuais.
