
Título: Video Games Have Always Been Queer (Postmillennial Pop, 16)
Autor: Ruberg
Sinopse: Argues for the queer potential of video games
While popular discussions about queerness in video games often focus on big-name, mainstream games that feature LGBTQ characters, like Mass Effect or Dragon Age, Bonnie Ruberg pushes the concept of queerness in games beyond a matter of representation, exploring how video games can be played, interpreted, and designed queerly, whether or not they include overtly LGBTQ content. Video Games Have Always Been Queer argues that the medium of video games itself can―and should―be read queerly.
In the first book dedicated to bridging game studies and queer theory, Ruberg resists the common, reductive narrative that games are only now becoming more diverse. Revealing what reading D. A. Miller can bring to the popular 2007 video game Portal, or what Eve Sedgwick offers Pong, Ruberg models the ways game worlds offer players the opportunity to explore queer experience, affect, and desire. As players attempt to 'pass' in Octodad or explore the pleasure of failure in Burnout: Revenge, Ruberg asserts that, even within a dominant gaming culture that has proved to be openly hostile to those perceived as different, queer people have always belonged in video games―because video games have, in fact, always been queer.
Contexto da obra
Como livro em inglês, esta obra costuma ganhar também uma camada própria de interesse editorial e linguístico. “Video Games Have Always Been Queer (Postmillennial Pop, 16)”, de Ruberg, publicado pela editora NYU Press, em 2019 e com 278 páginas, integra a categoria Livros em Inglês. Por isso, o interesse da obra tende a se ampliar quando o leitor considera também a relação com a língua em que ela circula.
Editora: NYU Press
Páginas: 278
Ano: 2019-03-19
Edição:
Linguagem: en
ISBN: 1479843741
ISBN13: 9781479843749
Sobre a editora
Os livros da editora NYU Press costumam oferecer experiências de leitura que combinam rigor acadêmico com narrativas acessíveis, muitas vezes explorando temas históricos, sociais e culturais em profundidade. O catálogo apresenta obras que abordam desde movimentos sociais e direitos civis até estudos culturais e análises de design inclusivo, com uma linguagem que varia do ensaio denso a relatos mais narrativos. É comum encontrar trabalhos que exploram tensões políticas, questões de identidade e justiça social, sempre com um tom reflexivo e, por vezes, crítico. Essa diversidade de temas sugere um público leitor interessado em compreender contextos complexos, com textos que equilibram pesquisa detalhada e clareza na exposição.
