
Título: Violência e Exclusão: Convivendo Com Paradoxos
Autor: Lídio de Souza, Zeidi Araújo Trindade
Sinopse: Capítulos: 1. Democracia e exclusão social; 2. Uma análise da violência pela filosofia da alegria: paradoxo, alienação ou otimismo ontológico crítico?; 3. A psicologia social e seu papel ambíguo no estudo da violência e dos processos de exclusão social; 4. Processos de categorização e identidade: solidariedade, exclusão e violência; 5. Avaliação de projetos sociais: uma alternativa política de inclusão; 6. A violência na perspectiva de uma psicologia social do desenvolvimento; 7. Conselho tutelar: possibilidade de exercício da cidadania; 8. Representações sociais e violência doméstica; 9. O homossexual e a homofobia na construção da masculinidade de hegemônica; 10. Violência e loucura: até quando?; 11. Comportamento verbal em movimentos sociais: estratégias de inclusão; 12. Associação entre tráfico de drogas e chacinas: turbulências na superfície.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Violência e Exclusão: Convivendo Com Paradoxos”, de Lídio de Souza, Zeidi Araújo Trindade, publicado pela editora Casa do Psicólogo, em 2004 e com 210 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Casa do Psicólogo
Páginas: 210
Ano: 2004
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 8573962968
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Casa do Psicólogo convidam a uma imersão em temáticas ligadas à psicologia, psicanálise e áreas afins, com foco em aprofundamento clínico, social e educacional. A experiência de leitura costuma ser marcada por um tom reflexivo e didático, que privilegia o diálogo entre teoria e prática, seja na análise de casos, na discussão de conceitos ou na apresentação de pesquisas. O catálogo indica um interesse por temas como saúde mental, desenvolvimento humano, processos psicoterápicos, além de questões sociais contemporâneas, como vulnerabilidade juvenil e relações de gênero. Há obras que equilibram abordagens mais técnicas com outras que exploram narrativas e relatos clínicos, criando um ritmo que pode ser tanto denso quanto acessível.
