
Título: Violencia Totalitaria, A
Autor: Michel Maffesoli
Sinopse: Este ensaio, sobre a violência totalitária, propõe uma reflexão que sai das exegeses de uma evolução progressista atribuída às revoluções geradoras de mutações técnicas, científicas e sociais. Trata-se, antes, de uma dimensão cíclica inaugurada por uma violência destruidora, fundadora de uma necessária circulação social, de uma nova organização da cidade. A violência, a revolta, que vão a par com a alegre efervescência das festas, restauram a comunhão social e esta, depois, pela instauração de uma nova organização ordenada exteriormente, torna-se autoritária. E é o eterno recomeço da violência totalitária. O autor explica, aliás, como os fundamentos da sociedade contemporânea tecnocrática, ligados à ideia de progresso e de utilidade, privilegiaram o económico e o controlo racionalizado, lançando ao esquecimento as outras dimensões sociais. Outras tantas reflexões que dão a este ensaio um esclarecimento dos mais contemporâneos. Michel Maffesoli é professor na Sorbonne e director do Centre d Études sur Actuel et le Quotidien (CEAQ), onde jovens investigadores observam os fenómenos de uma sociedade que, subterraneamente, se estrutura em torno do presente vivido. De sua autoria o Instituto Piaget já publicou O Eterno Instante.
Contexto da obra
Nas Ciências Sociais, obras como esta costumam interessar pela forma como ampliam a leitura da sociedade. “Violencia Totalitaria, A”, de Michel Maffesoli, publicado pela editora INSTITUTO PIAGET e em 2001, integra a categoria Livros de Ciências Sociais. Por isso, o livro tende a ganhar força quando lido também como ferramenta de compreensão do mundo social.
Editora: INSTITUTO PIAGET
Páginas:
Ano: 2001
Edição:
Linguagem: pt
ISBN: 9727714080
ISBN13: 9789727714087
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora INSTITUTO PIAGET convida a uma reflexão profunda sobre temas filosóficos, sociológicos e científicos, com foco em conceitos como personalidade, modernidade, ética e desenvolvimento humano. O ritmo das obras tende a ser denso e argumentativo, privilegiando análises detalhadas e abordagens teóricas que dialogam com a história do pensamento e questões contemporâneas. As narrativas são predominantemente ensaísticas, com textos que exploram desde a infância até a velhice, passando por debates sobre a modernidade, ciência e educação. O catálogo apresenta um perfil que mescla obras mais conceituais e outras com aplicação prática, como no campo da educação ou da psicanálise, sempre com linguagem acessível ao público interessado em aprofundar o conhecimento.
